Poema - Om

O som da criação
No negro espaço eterno, o que eu vejo?

Um ponto branco desfragmentando o negro abstrato.
Metástase da alma.

Pequei.
Morri.
Renasci.

Num dia auspicioso, tangerina e solitário
Desperto.

Chega a Lua Nova;

Eu vejo
Com o olhar corvino,
meu corpo ali;
suspensa animação em sonhos vívidos.

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